Cajazeiras’s Weblog

Março 25, 2008

E um presunto salvou meu restaurante!!!

Arquivado em: Sem-categoria — cajazeiras @ 12:15 pm

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Tenho meu restaurante já faz algum tempo, naquele dia o movimento estava relativamente bom. A correria na cozinha era grande, meus garçons se desdobravam para atender todos os clientes e eu no caixa… era só alegria.

Mas, ao final da tarde escutei um barulho estranho no fundo de meu estabelecimento, sem pensar, fui ver o que estava acontecendo. Com medo e sem nenhuma arma de fogo por perto, peguei a primeira coisa que vi em minha frente, um pedaço de presunto que se encontrava na cozinha, no caminho para o fundo do restaurante.

Ao chegar na câmara de refrigeração, um homem carregava parte de meu estoque de carnes, ao perceber que alguém entrava no local, ele teve um breve reflexo e se armou com os pedaços roubados, sem exitar comecei a me defender atacando seu rosto com o presunto, bati com tanta força que o indivíduo ficou tonto e saiu correndo sem nenhum pedaço de minhas belas e gostosas carnes…

Até hoje a polícia ainda não encontrou o ladraozinho, ao menos não tive nenhum prejuízo!!!

Por: Simone Martinhak

Arquivado em: Sem-categoria — cajazeiras @ 12:05 pm

Dono de Restaurante Evita Roubo com Pedaço de Presunto

To: www.orapois.com.br

Cesar Maia ironiza tendas estaduais e diz querer “eliminar óbitos”

Arquivado em: Sem-categoria — cajazeiras @ 11:56 am

GABRIELA MANZINI
RENATO SANTIAGO
da Folha Online

O prefeito do Rio, Cesar Maia, foi criticado hoje quanto à escalada da dengue na cidade tanto pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, quanto pelo governador Sérgio Cabral, os dois do PMDB. Em e-mail à Folha Online, ele afirmou que a prefeitura trabalha sozinha no combate do que chama de “novo surto” da doença desde novembro de 2007 e ironizou as três tendas de hidratação inauguradas hoje por Cabral.

“Fico feliz em ver que o ministério e o Estado estão entrando em campo. Temos 123 pontos de hidratação. Mais dois ou três vão ajudar. Mas nosso foco são os óbitos, que praticamente zeramos, em março, em nossas unidades”, escreveu Maia.

Segundo Maia, entre nove mortes provocadas pela dengue durante este mês de março, só uma ocorreu em um hospital municipal –a de um menino de 6 anos. Outras três ocorreram no Hospital Albert Schweitzer, estadual; uma no Hospital de Jacarepaguá, federal; e quatro em hospitais particulares.

Em sua mensagem, o prefeito ressaltou que o objetivo atual de sua administração no combate à dengue é “eliminar óbitos”.

Na cerimônia de inauguração de uma das três tendas de hidratação abertas nesta segunda, Cabral criticou Maia por recorrer aos dados sobre mortes. “Contabilizar quantos óbitos houve em hospitais municipais ou estaduais é uma falta de respeito à população. No Rio, um grande problema foi da falta de prevenção.” Sem citar Maia, ele afirmou que “o trabalho preventivo é um trabalho tipicamente municipal”.

Ministro

Também nesta segunda, Temporão afirmou que os números de mortes ocasionadas pela dengue no Rio estão “completamente fora do que nós consideramos que seria razoável”; e acusou Maia de permitir a ocorrência de uma escalada da doença na capital.

Também por e-mail, Maia afirmou à Folha Online que Temporão é “falastrão”. “Ele continua fazendo política. Ele foi meu sub-secretário de saúde em 2001 quando ocorreu o ressurgimento da dengue depois de anos. E foi demitido por incompetência e preguiça. Continua o mesmo falastrão de sempre.”

 

A água parada que agita o Brasil

Arquivado em: Sem-categoria — cajazeiras @ 11:55 am

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Sou habitante de um país tropical, abençoado pelos Orixás e lindamente infestado de Aedes aegypti.

Nosso Rio de Janeiro padece diante da epidemia da dengue. O Jornal Nacional da Rede globo já alertava para a prevenção cinco meses antes do caos anunciado no último 24 de março.

Ora, culpar o governo de que não há atendimento medico é fácil, mas todos temos de convir que o sistema de saúde brasileiro é um fiasco, sucateado há décadas com o descaso dos líderes que consideram a sanidade, assim como a educação, uma despesa e não um investimento para a posteridade.

Em posse desse senso comum e certos de que não é de um dia para o outro que vai melhorar ( só se for à custa de um milagre divino), temos que preservar nosso bem estar. Manter a higiene. Coisa que, pelo visto, os cariocas não sabem o que significa. Muitos sequer permitem a vigilância sanitária de fiscalizar, com medo de que seus criatórios de praga sejam exterminados.

É lastimável o número de 33 mil infectados e quase 50 mortos. Mas o pior não é a doença, e sim, a ignorância inefável que assola os brasileiros desde o auto escalão, pois assistimos ao prefeito César Maia culpar a União, que por sua vez, acusa o povo.

Não tiro a razão deles, afinal uma nação que não consegue sequer limpar nossa sala de visitas, onde esporadicamente um deputado ou senador aparecem, quem dirá suas casas? Um depósito de voto inútil, arrogância iletrada e vontades, apenas vontades…

 

Por Heitor Alexandre Trevisani Lipinski.

O leilão da vida

Arquivado em: Sem-categoria — cajazeiras @ 11:42 am

19/03/2008 – 01h59
Reuters, Sydney

Inglês leiloa a própria vida no eBay

Um inglês decidiu leiloar sua própria vida –incluindo sua casa, seu trabalho, suas roupas e seus amigos — no eBay depois que seu casamento acabou, informa uma rede de TV australiana. O homem de 44 anos, que mora na Austrália, diz que quer começar uma nova vida.

“É hora de mudar. Um começo totalmente novo. Quero ver para onde a vida vai me levar”, disse Ian Usher, 44, a uma rede de TV australiana nesta terça-feira (18).

Usher disse que leiloaria sua vida como “um pacote” com sua casa em Perth (oeste da Austrália) avaliada em cerca de US$ 385 mil.

“Olá, meu nome é Ian Usher, e eu já estou cheio da minha vida! Não a quero mais! Você pode ficar com ela se quiser!”, diz ele em seu site (www.alife4sale.com). O site conta com um link para fazer lances no eBay.

Usher disse que o leilão, que começa em 22 de junho, não inclui somente a sua casa, um carro, uma moto, um jet ski e um spa, mas também seus “grandes amigos” e um emprego em uma loja de tapetes em Perth por um período de testes de duas semanas.

“Quando acabar, vou só sair pela porta da frente, pegar minha carteira, meu passaporte e começar uma nova vida”, disse.

Usher disse que sua ex-mulher ficou sabendo do leilão. “O último comentário dela foi: ‘parece meio louco para mim’”.

Quanto vale a sua vida?

Parece o roteiro da comédia romântica “O amor não tira férias”. A diferença é que aconteceu de verdade na Austrália, dá para acreditar??? Tá certo que uma das maneiras de “superar” o passado é se desfazer de coisas que remetam a ele. Mas, se livrar dos pobres dos amigos que nada têm a ver com isso, já é exagero, né?

Esse caso, no entanto, me levou a uma reflexão maior. Quantas vezes reclamamos da vida pelo simples fato de trabalharmos incessantemente e não conseguirmos juntar dinheiro para comprar aquele carro do ano??? Muitas, né? Agora, quantas vezes agradecemos e nos valorizamos pelo luxo de ter um carro??? Apenas pense, nem precisa responder…

Pense ainda nas vezes que estamos de saco cheio de tudo, querendo mudança, e mesmo assim, continuamos estagnados no nosso próprio egoísmo e hipocrisia. Desejamos mudar de vida, mas só se, obviamente, as opções forem melhores que a atual. Caso ao contrário, nos contentamos em deixar como está. Ou vai querer arriscar??? Acho que não, né?

Sim, meu amigo, sua vidinha aparentemente medíocre é o desejo de muitos, cujos motivos para reclamar são inúmeros e verdadeiros. Então, se eu fosse Ian Usher, antes que o lance final seja feito, repensaria melhor se a vida está tão ruim assim …

Por Vanessa Yumi Hirata.

Março 24, 2008

Aquecedor de orelhas

Arquivado em: Sem-categoria — cajazeiras @ 6:57 pm

Celular além de servir como tv, enviar e-mails, navegar livremente pela internet, tocar músicas, tirar foto e armazenar arquivos também pode ser usado como aquecedor de orelha, de acordo com o alemão Walter Klein, de 43 anos.

Isso mesmo, a afirmação foi feita depois que Klein, motorista de caminhão, foi pego pela polícia falando ao celular enquanto dirigia. Levado a uma corte na cidade de Hamm ele afirmou que não estava falando ao telefone mas que estava com dor de ouvido e, como tinha recém carregado a bateria, o celular estava morno e ele o usava para aquecer a orelha e se livrar da dor de ouvido.

Acreditem não foi um brasileiro que disse isso, foi um ALEMÃO. Meu Deus, não se fazem mais alemães como antigamente… rsrsr. Mas, inpirados neste fato, criamos uma teoria: a teoria de Klein, que consiste em inventar dados eficazes para combater as multas de trânsito tão comuns no nosso país.

1- quando for pego com alguma parte do corpo para fora do carro – recorra afirmando que estava passando mal e decidiu “tomar um ar”. Ou estava com febre e precisava resfriar o corpo. E ainda pode afirmar que você tem amaxofobia: (Sensação de medo em presença de veículos). E que estava tentando se jogar pra fora do carro.

2- Quando for pego sem cinto – misofobia: Temor doentio dos contatos, pelo receio de infecção ou contaminação.Com certeza existe algum tipo de bactéria que contamina o sinto de segurança e você não pode se contaminar com ela.

3- Quando ultrapassar o sinal vermelho – tassofobia: Medo patológico de estar sentado ociosamente. Afirme que você é hiperativo e não consegue ficar parado no sinal sem fazer nada.

 

Enfim nós brasileiros, especialistas em desculpas, descobrimos que ainda temos algo para aprender com os europeus. Mas no que se trata de “ser espertinho” agente aprende rapidinho.

a notícia na íntegra :http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL355605-6091,00.html

Por Karina Nadaline

Março 18, 2008

O levantar de um sono profundo

Arquivado em: Sem-categoria — cajazeiras @ 1:43 pm

Depois de um dia cansativo, tomo um banho e ao deitar na cama, quase que instantaneamente, durmo. Meu sono é profundo. O ar-condicionado esfria meu corpo. Sinto frio. A intensidade do sono, no entanto, não me deixa acordar.

Continuo dormindo. Sonho. Sonho a noite inteira. Parece tão real. Agora não sinto mais frio. Tenho impressão que um manto cobriu meu corpo. Que sonho estranho!

Não dou bola. Está tão bom. Continuo dormindo. Sonho de novo. Mas, agora, o sonho é diferente. Dessa vez, ao invés de calor, tenho a sensação de movimento, de liberdade.

O calor novamente se aproxima de meu corpo. Agora, acompanhado de uma sensação de privação, de claustrofobia. Escuto um choro. Abro os olhos. Vejo meu sobrinho Pedro. É ele quem está chorando. Penso: por quê choras, Pedro? Ele não responde apenas me encara. Foge de mim.

O que houve? Pareço imobilizado. Sinto sede…

Por Vanessa Yumi Hirata =).

Idoso de 81 anos acorda durante o próprio velório no Chile

Arquivado em: Sem-categoria — cajazeiras @ 1:43 pm

Família achava que velhinho estava morto e chamou a funerária.

Ao sair do caixão, ‘ex-morto’ disse que não sentia dor e pediu um copo d’água.

Um velhinho de 81 anos acordou no meio de seu próprio velório, para a surpresa de amigos e familiares que choravam sua morte na pequena cidade chilena de Angol, informa a imprensa local neste domingo (20).

Os familiares de Felisberto Carrasco pensavam que o velhinho estava morto porque o corpo dele estava frio e imóvel. Em vez de chamarem um médico para comprovar a morte, chamaram uma funerária que o levou vestido com sua melhor roupa para o velório.

“Não podia acreditar. Pensei que estava errado e fechei os olhos. Quando voltei a abri-los, meu tio estava me olhando. Comecei a chorar e corri para buscar alguma coisa para abrir o caixão” relatou Pedro Carrasco ao jornal Últimas Notícias.

Uma vez retirado do caixão, Felisberto disse que não sentia dor alguma e pediu um copo d’água. As rádios da cidade tiveram que retificar o anúncio da morte, que já havia sido divulgada.

Ballet “Peso Pesado”

Arquivado em: Sem-categoria — cajazeiras @ 12:02 pm

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Quem disse que para dançar ballet tem que ser magrinho?

Na Rússia, bailarinos e bailarinas, com no MÍNIMO 100 quilos, formaram, em 1994, uma companhia de ballet clássico. E sim, eles saem em turnês pela Europa, exibindo a agilidade de seus corpinhos!

Os reforçados bailarinos precisam ter seus palcos inspecionados, para terem certeza de que o elenco não desabará.

Isso sim que é uma grande companhia!!!

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/02/070206_bale_russas_crg.shtml

Thaís Loures Bello

Ih!!! Tá tudo liberado!!!

Arquivado em: Sem-categoria — cajazeiras @ 11:59 am

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O telefone toca:

__ Alô!

__ Oi amor, vamos fazer o quê hoje? – diz ela com voz doce.

__Ah, ainda não sei, podemos ir a um dos parques da cidade. – respondo ainda encantado com o som.

Marcamos o encontro.

Com alguns minutos de atraso ela aparece vestida naquela blusinha preta de amarrar na cintura, com decote em V, uma saia verde escura até os joelhos, com aquela fenda brincando de mostra-não-mostra que me deixa louco. Os cabelos loiros soltos ao vento, dando movimento a cada passo que seus pés, com as sandálias de salto davam. É uma mistura de Afrodite, Perséfone e Atena, com um jeitinho meigo de um querubim recém caído da nuvem.

Não resisto! Seus lábios me chamam e sacio minha vontade em um longo beijo. Seus braços se lançam em torno do meu pescoço.

Eu acaricio sua cintura, e a vontade é de ir mais além. Pergunto a ela se posso, ao mesmo tempo em que olho em volta e me certifico que não há ninguém. Ela faz que sim com a cabeça.

Os beijos e as caricias esquentam, eu a encosto na àrvore e coloco a mão por baixo da sua saia, no instante em que ela abre meu zíper…

A adrenalina sobe quando escuto passos se aproximarem de onde estamos. O que não nos impede de continuar. Pelo contrário, instiga a ir até o fim.

Ergo uma de suas pernas e, enfim, fazemos o que o corpo pedia desde o primeiro olhar. Seguimos esse instinto animal, primitivo, tosco e chegamos ao ápice.

Recuperamos o fôlego, nos arrumamos e saímos de trás daquela árvore como um casal de namorados…

Mas peraí! Tem mais casais fazendo o mesmo! E os guardas passam ao lado e nada dizem! O que está acontecendo? Será um sonho? As pessoas parecem cachorros no cio!

Ah, lembrei! Estamos na Holanda. E eu achando que estava vivendo uma louca aventura.

Que saudade de uma CPI, de um salário mínimo, de uma emoção qualquer que não seja o retorno às cavernas num país cinco estrelas.

Por Heitor Alexandre

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